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A pesca

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despedem-se aos pedaços
as mulheres incertas do mar
jangadas, bateras e canoas
em fins de se “despedaçar”
benditas preces milagreiras
pros bravos pescadores “vortá”
e a madrugada se alongando
denunciando o fardo, a trovoar
as velas, as flores, a cheirar
as mãos unidas e o fogo
pra fé acalentar
Iemanjá, Odoyá, Odoyá

11 Comentários
  • Responder
    18 de maio de 2016, 23:46

    IEMANJÁ,
    Se repousas no mar, serena sereia, repouso-me ao ver o mar !
    Tenha bons sonhos querido amigo. <3 Bjs Bjs

  • Responder
    19 de maio de 2016, 15:33

    Bonito homenaje al oficio 🙂

  • Responder
    19 de maio de 2016, 16:53

    E quando a prosa com os pescadores rolar,ficarei até anoitecer,lá terá histórias antigas de ouvir a beira dos rios dá para se ter uma idéia enquanto a lua se banha, os pescadores em sua face cansada com as marcas do tempo,é ter em suas linhas o canto dos ventos.O sabiá ainda dorme mais as cobras não,o pescador ainda canta enquanto não dorme no chão. 😀

    • Responder
      19 de maio de 2016, 17:00

      Coisa linda a tua intervenção Vivi:) Tem coisa melhor que isso não, gratidão!

      • Responder
        19 de maio de 2016, 17:02

        A seus poemas eu imagino tanta coisa…. até vivi no sertão com teus texto 😀

        • Responder
          19 de maio de 2016, 17:16

          Agora vou pra casa feliz da vida, com tuas palavras me agraciando o caminho…bj sua linda!

          • 19 de maio de 2016, 17:17

            Que Deus ilumine seu caminho até em casa. 😀 BJS

          • 19 de maio de 2016, 17:32

            Agradeço viu? Bjs

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