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Enigma ( ou de como eu, de longe a vejo )

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largo tempo na consciência
onde há espaço pra tudo
dos meus mais ensimesmados costumes
aos lumes das idéias inexecutáveis

fartos hiatos de eternidade
solidão é prato cheio
e o silêncio lambuza
as bordas frias

nas lacunas crio odes
preencho mistérios de marujo
e marejo e disfarço e desfaço
as minhas lágrimas brilhantes

a cada ato planejo e me aproximo
das tuas rochas e as toco
ao passo que és esfinge
e finges co’a tua incógnita

Nenhum comentário
  • Responder
    17 de dezembro de 2015, 20:47

    Oooo, alguém anda de mãos dadas com as Mitologias por aí hein!
    Ficou lindo! Melancólico, bem poeta.
    Mas que bom que você é um poeta das tristezas e das alegrias.
    Sempre se tem um pouco de cada, encantando um pouco de tudo.
    To voltando devagarzinho. rsrs
    Bjo Hang

    • Responder
      18 de dezembro de 2015, 21:50

      Gosto do jeito que vês as coisas por aqui. Escrevo as verdades das circunstâncias, sem rodeios e resulta nesse tipo de coisa rsrsrs…Volte sempre, sem pressa…:)

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