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Sutilezas XXV

No princípio havia cegueira, bem alimentada por um peso histriônico de um caráter humano. “Quociente” coletivo. Fartava-se de luz. Um prisma ininterrupto de ansiedade com qualquer coisa de turbilhão macro-quilométrico-contínuo e aceitavelmente perturbador. Um colosso erguido pra apontar o céu, mas prum ponto que ninguém desejava ver: elefante-arquitetônico-branco, sem oferecer qualquer chance de defesa tamanha a sua rigidez em detrimento a elementar proposta do deus do sol. Jagunços sem asas fincavam troças e caçoavam seus sacrifícios num satélite sonhador e inóspito num clarão de noite chamado amor: “quanto mais alto melhor”. Aí, mexeram, com a lua, em todas as suas fases, com a “pessoa errada”. Disseram que foi assim; dito pelos amantes… que nasceu do caos, a primeira poesia…

3 Comentários
  • Responder
    20 de maio de 2018, 20:13

    Grande Hang, muito grato meu querido por dividir tamanha grandiosidade. Rapaz, dizer que não fiquei embebecido com essas linhas, estaria mentindo. Abraços meu caro

    • Responder
      25 de maio de 2018, 04:24

      Nobre André, tens ideia da minha satisfação por ter tua leitura e apreciação?

      Gratidão, gratidão…

  • Responder
    14 de julho de 2018, 23:32

    Magnânima e beatifica maneira de se expressar a ressignificação daquilo que vem ser o amor, em pensamentos!

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