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As estações

há tempos, o monólito

desafia céu, o véu sombrio

do gárgula que observa frio,

por adular um segredo

preso à torre, inatingível.

sagrado, enfeitiçado em mármore,

por seu destino: um dragão opositor.

do que dizem?

pouco antes, sofrera débil,

por defender em dentes tanta dor.

jogado ao esquecido fosso,

de um tempo-templo sagrado,

tudo ao fio do sabre.

sabe-se só agora; tudo por amor.

eis o preço do corte, a extensão:

tanto ao céu quanto ao chão

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