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Amor-arbítrio

eu te amo tanto que recorro aqui à pausa dramática. pra que me queiras bem e que isso não envelheça. peço, mas os santos não mais me suportam. meneiam as cabeças. pois és o todo do que sempre penso. tu me basta. sem desvios, sem túneis, sem cavernas e sem analgésicos. só o teu amor e a sede. só o teu amor e a fome. não mais. que outras alternativas trazes? a febre e a guerra? por favor. não menos.

1 comentário
  • Responder
    6 de julho de 2020, 18:54

    Como se o amor fosse uma escolha… E não arbitrário… Livre apenas o sentimento e jamais quem o sente… Nenhum anjo ou santo pode ajudar ou socorrer ou até mesmo estancar o momento. Só o poeta…

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