fbpx

Trechos dos retalhos meus – parte XXX

Eram espacinhos; arquiteturas de protesto do meu escape. Eram cantinhos, vãos poéticos do meu engasgo, da minha covardia, bem percebida, no corpo franzino do meu entrave.

As quinas do teste de sangue da minha testa, reforçavam a ausência infante da “interna” criança, que só se livra agora, sê memória, agora se liberta.

Os traços imaginários de cada trapo, o frio nas pernas das calças curtas e as águas turvas que bebo ainda – de memória – e que finda toda vez que conto a sede desta história e que segundo os especialistas, realmente, eu minto. Pra eles, tudo pode ser hipotético e que deve ser por isso que eu canto o conto aqui e ali; e também por isso que peço:

creiam em mim, seres peripatéticos.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: