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Trechos dos retalhos meus – parte XXIV

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Não há nada de errado aqui? E o que faço além de comprimir espaços? Menos móveis? Mais imóvel. Nada nas grandes coisas e muito nas pequenas. Trechos de reflexão são raios, não de lua, de trovão. Nada suportável. Saliva desce a garganta feito cachoeira – necessária para permear a dor – penso algo, entre o sono e  castigo. Neste estágio, exercito a capacidade taciturna da “voz”, que habita em algum lugar que não identifico: qualquer cômodo neste corpo tombado, feito incômodo. As minhas literatas companhias de papel são cruéis, na aplicabilidade dos motivos e se me motivam só me perseguem. Sou bom, aqui, neste estado paranoide. Mas “eles” não se surpreendem quando vos digo: “Não se apiedem de mim, vou ficar bem.” Sabem que nasci pro caos!

8 Comentários
  • Responder
    16 de junho de 2016, 16:54

    Lindo texto..bjuss

  • Responder
    16 de junho de 2016, 22:33

    Ótimo! ??✌

  • Responder
    16 de junho de 2016, 23:13

    Estou aqui como mesmo dizes, salivando. Abração Hang! 🙂

  • Responder
    18 de junho de 2016, 19:35

    Nasceu pro caos? Então divida sempre seu caos conosco, pois com suas palavras, as noites são assim, feito raio de trovão.

    • Responder
      18 de junho de 2016, 20:33

      Gratidão Fran, por sua sempre tão atenciosa devolutiva, o que me faz acreditar sempre…Bj grandão 🙂

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